O cálculo urinário, popularmente conhecido como pedra nos rins, é uma condição que afeta milhares de pessoas todos os anos. No Brasil, os custos com internações devido a esse problema chegam a R$ 29 milhões por ano, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia.
O que é cálculo urinário?
Cálculos urinários são pedras formadas no sistema urinário (rins, ureteres, bexiga ou uretra) a partir de substâncias não dissolvidas na urina.
O que causa cálculos urinários?
As causas incluem distúrbios metabólicos, alterações hormonais e até hábitos alimentares inadequados, como o consumo excessivo de sal e baixa ingestão de líquidos.
Quais são os sintomas mais comuns?
O sintoma mais característico é a cólica renal, uma dor intensa nas costas que pode irradiar para o abdômen ou a virilha. Outros sinais incluem dificuldade para urinar, infecções urinárias recorrentes e, em alguns casos, ausência de sintomas.
Como é feito o diagnóstico?
O método mais eficaz é a tomografia de abdômen e pelve sem contraste. Radiografias e ultrassons também podem ser utilizados, mas são menos precisos.
Onde os cálculos podem aparecer?
As pedras podem se formar nos rins, ureteres (causando obstruções dolorosas), bexiga ou uretra.
É possível prevenir?
Sim! A ingestão adequada de água é a principal medida preventiva. Outros hábitos incluem reduzir o consumo de sal, evitar refrigerantes e moderar o consumo de proteínas. Sucos cítricos, como o de limão, também ajudam a reduzir o risco.
Tratamentos disponíveis
O tratamento varia conforme o caso:
- Acompanhamento médico: indicado para pedras pequenas.
- Terapia expulsiva: uso de medicamentos para facilitar a eliminação.
- Litotripsia extracorpórea: fragmentação das pedras com ondas de choque.
- Ureteroscopia com LASER: procedimento minimamente invasivo para pulverização das pedras.
- Nefrolitotripsia percutânea: para cálculos grandes, com incisão mínima nas costas.
- Cirurgias tradicionais: menos comuns, mas ainda utilizadas em casos específicos.
Após a remoção, estou curado?
A retirada da pedra é apenas parte do processo. É essencial investigar e tratar possíveis distúrbios metabólicos para prevenir novas formações.



